UEE3 (1)
  • Hoje

    UEE-SP hoje e a luta pelo "Fora Bolsonaro"

    No dia 19 de junho de 2021 é inaugurado uma série de atos em todo Brasil. Representando um grito de resistência e esperança no sombrio Brasil de Bolsonaro, pelo impeachment do presidente da República, contra cortes na rede federal de ensino e por urgência para as prioridades “vida, pão, vacina e educação”.

  • 2021

    Campanha "Vida, pão, vacina e educação

    Com um ano de pandemia no Brasil, descontrole do contágio, seguidos recordes de mortes e de absurdos do governo Bolsonaro, As entidades estudantis nacionais convocaram a sociedade para se unir em torno da ciência, do conhecimento e da vida como saídas para as crises atuais – incluindo a crise do ensino. Assim foi feita a campanha “A juventude quer vida, pão, vacina & educação”

  • 26 de julho, 2020

    Conquista do Fundeb permanente

    Com muita comoção após meses de mobilização e anos de construção coletiva, o Senado aprovou por unanimidade a Proposta de Emenda Constitucional 26/2020, do novo e permanente Fundeb, nesta terça-feira, 24/8. Isso significa que o principal mecanismo de financiamento da escola pública brasileira não vai mais acabar em 2020.

  • 15 de maio, 2019

    Tsunami da educação

    Nos dias 15 e 30 de maio de 2019, estudantes tomaram as ruas de todo país contra os ataques de Bolsonaro à educação.

    Movimento que tinha como bandeira a luta contra os cortes no orçamento da educação e os ataques à autonomia das universidades. Foi a resposta dos estudantes à falta do diálogo do governo e a forma como trata a educação e a pesquisa.

  • 07 de outubro, 2018

    Campanha "Bolsonaro NÃO" e combate aos retrocessos

    Nas eleições presidenciais de 2018 a UEE-SP fez parte da campanha "Bolsonaro NÃO". Assim tomou posição contra o candidato que exalta regimes autoritários e torturadores, que compactua com pedidos de intervenção militar, e ridiculariza os direitos humanos.

    Com a vitória de Bolsonaro o movimento estudantil se tornou dianteira no combate aos retrocessos.

  • 2016

    Combate aos retrocessos do governo Temer

    Com a tomada de posse do governo golpista de Michel Temer, os rumos das áreas política, social e econômica do país foram profundamente alterados.

    A UEE-SP esteve em defesa da educação e na luta pelo "Fora Temer"

  • 2016

    Luta pela abertura da CPI da merenda

    A pressão estudantil traduzida na ocupação da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), garantiu um número expressivo de assinaturas para a abertura da CPI da Merenda no estado. 

    Com 91 assinaturas, foi encaminhado o Projeto de Resolução (PR), instrumento que garante prioridade ao pedido e mais rapidez na sua instauração.

  • 2015

    Lutas da UEE-SP a partir de 2015

    Em julho de 2015, foi realizado em Campinas, o 12º Congresso da UEE-SP e dois fatos inéditos aconteceram após a eleição: pela primeira vez aconteceu uma sucessão entre duas mulheres: Carina Vitral passou o cargo para Flávia Oliveira, sendo a primeira estudante negra a ocupar o cargo.

    Flavia assumiu a direção da entidade e uma intensa mobilização pela aprovação do PEE (Plano Estadual de Educação) que apresentasse metas reais para o aprimoramento da educação e contra a reorganização das Rede Estadual de Escolas.

    Em 2016 a UEE-SP foi às em defesa da democracia, contra o golpe parlamentar e midiático.

  • 26 de junho, 2014

    Conquista do Plano Nacional de Educação

    Em 26 de junho de 2014 é aprovado o Plano Nacional da Educação, projeto que tramitava há mais de quatro anos no Congresso Nacional, e prevê 10% do PIB destinados à educação.

  • Junho de 2013

    Junho de 2013

    Em junho de 2013 o Brasil parou. Movimentos sociais e estudantis, crianças idosos e pessoas de todas as idades saíram às ruas para pedir mais. Mais direitos, mais saúde, mais educação, e principalmente mais transporte de qualidade eram os pedidos dos milhares que tomaram na onda de manifestações que culminou com a ocupação da parte externa do Congresso Nacional em Brasília.

    Antes porém, gigantescas manifestações já tinham tomado conta do país. Boa parte desses protestos haviam começado contra o aumento na tarifa do transporte público. Em São Paulo, o Movimento Passe Livre (MPL), iniciou as chamadas contra o aumento que viraria hino das manifestações – 20 centavos a mais na tarifa, que não eram apenas 20 centavos, conforme bradavam os manifestantes.

  • 2013

    Congresso da UEE-SP de 2013, retorno à Ibiúna

    Em 2013 o 11º Congresso da UEE-SP aconteceu em Ibiúna, e promoveu o encontro de gerações do movimento, estiveram presentes e foram homenageados estudantes que foram presos em Ibiúna no ano de 1968, como José Dirceu, José Genoino, Franklin Martins, Luiz Eduardo Curti, o ator José de abreu, entre outros. Além das homenagens, diversos atos e mesas de debates foram realizados, tais como a luta pela revisão da lei da anistia.

    No mesmo Congresso foi eleita a nova e atual presidenta da UEE-SP, a estudante de economia, Carina Vitral

  • 2005

    Mais conquistas

    No 10º Congresso da UEE-SP, Alexandre “Cherno” Silva foi eleito e nos dois anos de mandato lutou também pelos 10% do PIB e 50% do Fundo Social do pré-Sal para a educação, além do Plano Estadual para a Educação e políticas de permanência aos estudantes bolsistas do ProUni.

    Esteve presente no movimento #OCUPEBRASÍLIA , onde conquistaram por unanimidade na Comissão de Educação do Senado do PLS 138/11, a aprovação de lei que destina às áreas de educação e de ciência e tecnologia metade dos recursos do Fundo Social do pré-Sal.

  • 2005

    Continuidade da luta por democratização da educação

    Por dois mandatos consecutivos Carlos Chagas presidiu a UEE-SP, nas gestões de 2005-2007 e 2007-2009, em que o grande objetivo de suas gestões era a democratização da educação.

    Os debates sobre os recursos do pré-sal  compõem o orçamento da educação foram iniciados. A UEE-SP, presidida por Carlos Eduardo Siqueira, e a UNE estabeleceram uma conexão sobre o tema. A entidade paulista apresentou a PEC nº 9 na Alesp, e conseguiram o apoio de 43 parlamentares, apesar da contrariedade do governo paulista.

  • 2003

    Congresso da UEE-SP de 2003 e conquista do ProUni

    Em 2003 a segunda mulher eleita na UEE-SP foi Renata Petta, que deu seguimento aos projetos e pautas do movimento estudantil, defendia a ampliação do ensino público, regulamentação do ensino privado, eleições diretas de reitores, paridade nos conselhos universitários e financiamento para a assistência dos estudantes.

    Durante o seu mandato, no ano de 2004 o ProUni foi aprovado no país.

  • 2002

    Novos Tempos

    A eleição do presidente Lula, em 2002, possibilitou a retomada do diálogo entre os movimentos estudantis e o governo Federal.

    Os novos desafios tinham como pauta a discussão sobre a Reforma Universitária, bem como as políticas de democratização do acesso à universidade, como o ProUni, a Reserva de Vagas. A UEE-SP realizou uma caravana por mais de 30 cidades. O então presidente era Gustavo Petta, gestão que se iniciou em 2001.

  • 1995

    Luta contra o neoliberalismo e as privatizações

    A luta contra o neoliberalismo e as privatizações das universidades seguiram no mandato de Fernando Henrique Cardoso. A UEE-SP realizou campanhas como “Disque-Mensalidade” a fim de receber denuncias contra as irregularidades cometidas pelas instituições contra os estudantes.

     

    Essa era uma das principais pautas da gestão eleita no segundo Congresso da UEE-SP, em 1995. Que teve também a missão de dar prosseguimento ao processo de reconstrução do movimento, presidida pelo então estudante de arquitetura da Unesp, Eder Silva.

  • 1992

    Caras Pintadas

    Em 1989, a primeira eleição presidencial desde 1964, levou milhões de brasileiros às urnas, elegendo Fernando Collor de Mello.

     

    As diversas denúncias de corrupção, bem como o caráter neoliberal e entreguista do seu governo, mobilizaram os estudantes caras pintadas na campanha “Fora Collor”, sendo a maior concentração de estudantes localizada em São Paulo, com manifestações de até 300 mil pessoas. Na época a UEE-SP era presidida por Flávio Patrício. A campanha, resultou no impeachment de Collor, em 1992.

  • 1984

    Diretas Já

    O enfraquecimento do regime militar fez com que os estudantes voltassem às ruas, em eventos como os da Praça da Sé e Vale do Anhangabaú, que reuniu milhares de pessoas, na luta pelas “Diretas Já!” em 1984.

    No mesmo ano a UEE-SP realizou eleições para a nova diretoria, tendo como vencedora a chapa com o mesmo nome do movimento nacional “Diretas Já!”.

  • 1973

    Morte de Alexandre Vannucci e a reconstrução da UEE-SP

    Em 1973,  um marco dos anos violentos da ditadura militar: mais um estudante morto. Alexandre Vannuchi Leme, aluno de geologia da USP, foi preso, torturado e assassinado pelos agentes do DOI-CODI/SP.

    A fundação do DCE-Livre da USP- Alexandre Vannucchi Leme, no ano de 1976, marca a reconstrução do movimento estudantil paulista. E em 1977 a reconstrução da UEE-SP e da UNE, na passeata da USP pela cidade de São Paulo, e no evento conhecido como “a invasão da PUC”, momento em que marcaria o início da redemocratização do país.

  • 1968

    30° Congresso da UNE em Ibiúna

    Em 1968, quatro anos após o golpe do Regime Militar, a União Nacional dos Estudantes (UNE) reuniu cerca de mil estudantes para a realização clandestina do seu 30º Congresso. Durante o 30º Congresso da UNE, 720 jovens foram presos, entre eles as principais lideranças do movimento estudantil.

  • 02 de outubro, 1968

    Batalha da Maria Antônia

    A repressão tornou-se cada vez mais cruel, e em 1968 o estudante secundarista José Guimarães foi morto por membros do Comando de Caça aos Comunistas (CCC) e do DOPS, em um conflito entre estudantes da Universidade Mackenzie e da Universidade de São Paulo, na Rua Maria Antônia.

  • 1967

    Congresso da UEE-SP em Ibiúna

    Em tom de resistência o Congresso da UEE-SP, em 1967, a estudante Catarina Melloni empatou no número de votos com José Dirceu, e o Congresso efetuou o desempate elegendo Dirceu como o mais novo presidente.

  • 31 de março, 1964

    Golpe de 1964 e início da resistência

    O  golpe militar de 1964, e consequentemente o Governo Militar,  trouxe consigo o maior desafio para todos os movimentos estudantis do Brasil: prisões, perseguições, torturas e mortes de centenas de estudantes.

    Mesmo tendo sido posta na ilegalidade pela ditadura no ano de 1965, a UEE-SP  não se intimidou e inovou na maneira de protestar e preparar os comícios, atos e reuniões, realizavam manifestações e ocupações relâmpagos.

  • 1962

    Congresso da UEE de 1962

    No ano de 1962, José Serra foi eleito presidente da UEE-SP com o apoio do JUC (Juventude Universitária Católica), promoveu mais eventos culturais e debates políticos e participou de diversos congressos por muitos estados, com isso conquistou mais visibilidade para a UEE-SP.

  • 03 de outubro, 1953

    Década de 50 e a conquista da Petrobras

    No dia 3 de outubro de 1953 se deu a criação da Petrobras, uma das estatais mais importante para o desenvolvimento do país. A luta pela criação da Petrobras contou com o protagonismo dos estudantes de todo o Brasil.
     
    Mobilizações pelo "O Petróleo é Nosso",  de combate às empresas estrangeiras que queriam extrair o ouro preto brasileiro. A vitória veio com a criação da Lei nº 2.004 que estabelecia o monopólio da União sobre o refino, transporte e pesquisa do petróleo.
  • 25 de janeiro, 1949

    Fundação UEE-SP

    Com a criação da UNE em 1937, os estudantes de São Paulo também se organizaram e criaram a União Estadual dos Estudantes, em 25 de janeiro de 1939.

     O estudante Rogê Ferreira foi eleito o primeiro presidente, no momento em que a grande batalha pela defesa da soberania nacional era travada na campanha “O Petróleo é nosso”, que posteriormente levaria à criação da Petrobras.